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Guaraná Antarctica x Coca Cola

Guaraná Antarctica. O sabor do Brasil.
Anos 90. A batalha dos refrigerantes.

Clique aqui e confira mais um filme da briga “Guaraná x Coca” já publicado no blog.

Podcast 002 | Referências

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O segundo podcast do blog está no ar, depois de 11 meses. É a correria do dia a dia (ou melhor, do ano todo). Desta vez, Tiago Moraes, Bruno Mattheus, Pedro Paulo Mesquita e o convidado Caio Turbiani conversam sobre o principal combustível de todo criativo: referência. Redatores, agências, anuários, dicas, sites, Rolling Stones e muito mais.

Faça download ou dê o play para ouvir.

DURAÇÃO: 1h18

LISTA DE CITADOS NO PROGRAMA:

LINKS GERAIS:
Instagram Vi no Anuário
Tumblr Menos 1 Leão em Cannes
Tumblr Metal Potencial
Twitter do Rob Schwartz
Filme do Dia - #filmedodia
Clube de Criação
Joe La Pompe
Ads of the World
Best Ads On TV
We Love Ad
Wave Festival
FWA
Fast Co Create
Creativity
Adweek
Blue Bus
Blog do Adonis
Cargo Collective
Eugênio Mohallem
Ricardo Chester
Cine Produtora
La Bombonera Criativa
Brainstorm #9
I Believe in Advertising (agora Adeevee)
AdNews
Update Or Die
André Kassu
Alex Periscinoto
Portfolio Lovers
DDB ANOS 60
AMV BBDO
Ivan Cash

FANPAGES:
Crispin Porter + Bogusky (Brasil)
Adweek
Banco de Títulos
Só Títulos
O Diretor de Arte Cheiradão
Job do Dia
Jornal Meia Hora

ANUÁRIOS:
Clube de Criação
D&AD
One Show
ABP
Clube de Criação do Rio de Janeiro
Clube de Criação do Paraná
• Clube de Criação de Pernambuco

ALL TYPES:
All type do Clube de Criação
All type para a Panamericana Escola de Arte e Design
All type para o Volkswagen Passat

JORNAIS E REVISTAS DE PROPAGANDA:
Meio & Mensagem
Propmark
AdvertisingAge
Adweek
Lürzer’s Archive
• Revista Pasta (acabou em 2007)

LINKS SOBRE DAVE TROTT:
campaignlive.co.uk
Twitter
Site
School Communication Arts

INFORMAÇÕES SOBRE PAUL ARDEN:
Wikipedia

REDATORES CITADOS:
Roberto Pereira, Gilberto dos Reis, Marcelo Aragão, Eugênio Mohallem, Átila Francucci, Cássio Zanatta, Ricardo Chester, Wilson Mateos, Dulcidio Caldeira, Ruy Lindenberg, Carlos Domingos, Miguel Bemfica, Ricardo Freire, Ercílio Tranjan, Renato Simões, João Augusto Palhares Neto, Washington Olivetto, Hans Dammann, Alexandre Lucas, Nizan Guanaes, Gustavo Sarkis, Cesar Herszkowicz, André Laurentino, André Kassu, Alexandre Gama, Celso Loducca, Roberto Duailibi, Bill Bernbach, David Ogilvy, Leo Burnett e Neil French.

DIRETORES DE ARTE CITADOS:
Jacques Lewkowicz e Marcello Serpa.

CATEGORIA REDATORES DO PUTA SACADA:
Acesse aqui

AGÊNCIAS E REDES:
TBWA/CHIAT/DAY
Almap BBDO
F/Nazca Saatchi & Saatchi
Droga 5
Crispin Porter + Bogusky
Rede BBDO
Rede DDB
David&Goliath
The Network One
Translation
• Brave Republic
Goodby Silverstein & Partners
Pereira & O’Dell
La comunidad
Jung von Matt
Barton F. Graf
adam&eveDDB

LINKS SOBRE O CREATIVE SANDBOX:
Think with Google
Twitter
Youtube

LINKS DE CLIENTES E CANDIDATOS:

Oreo
Instagram
Twitter
Youtube
Facebook

Eduardo Jorge
Twitter
Facebook

Newcastle Brown Ale
Twitter
Youtube

Old Spice
Twitter
Youtube
Facebook

LIVROS:
The copy book: How some of the best advertising writers in the world write their advertising (do D&AD)
O copy criativo: 177 magníficos textos de propaganda – para ver se você finalmente aprende a redigir um (de Roberto Menna Barreto)
• Criação Sem Pistolão (de Carlos Domingos)
Propaganda é isso aí! (de Zeca Martins)
Redação publicitária: A prática na prática (de Zeca Martins)
• Confissões de um publicitário (de David Ogilvy)
• Lendo imagens: Uma história de amor e ódio (de Alberto Manguel)
• A publicidade é um cadáver que nos sorri (de Oliviero Toscani)
Posicionamento: A batalha pela sua mente (de Jack Trout e Al Ries)
• Na toca dos leões: A história da W/Brasil, uma das agências de publicidade mais premiadas do mundo (de Fernando Morais)
• Mais vale o que se aprende do que te ensinam (de Alex Periscinoto)

CURTAS-METRAGENS, FILMES E DOCUMENTÁRIOS:
Whiplash
Paperman
Staff Picks do Vimeo
O Sentido da Vida
Jiro Dreams of Sushi

DIRETORES:
Clovis Mello, Pedro Becker, Martin Scorsese, Quentin Tarantino, Jarbas Agnelli e Ridley Scott.

SÉRIES:
Breaking Bad, The Sopranos, House of Cards e Game of Thrones.

COMERCIAL DO ALEXANDRE GAMA:
Encontro / Estadão

SPOTS E JINGLES:
Banco Bamerindus (Colucci)
Banco Nacional (F/Nazca)
Big Mac
Brastemp (Talent)
Camisas USTOP (Talent)
Dumb Ways to Die (McCann Melbourne)
Eduardo Jorge
Fiat (Leo Burnett)
Honda (DM9)
Posto Ipiranga (Talent)
Posto Rede São Paulo (W/GGK)
Parmalat Mamiferos (DM9DDB)
Pipoca Com Guaraná (DM9DDB)
Ponies malditos (Lew’Lara TBWA)
Bud Light (DDB Chicago)
Saveiro (AlmapBBDO)

BANDAS/MÚSICAS:
Brothers of Brazil - My Heart Is Shattered
Brothers of Brazil - Missing The Boat
Brothers of Brazil - Só Não Se Esqueça De Mim
Brothers of Brazil - Daddy’s Space Ship
Brothers of Brazil - A Vida Num Segundo
The Rolling Stones - Start Me Up
The Rolling Stones - Satisfaction

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Entrevista com Gustavo Bastos

Simplicidade criativa é a pauta da nossa conversa com Gustavo Bastos. Sócio e diretor de criação da 11:21, Gustavo conta sua trajetória em grandes agências, fala sobre a complexidade de ter uma simples ideia e revela que a simplicidade está voltando à cena. Que assim seja. Estamos na torcida.

Confira a entrevista e boa leitura.


1. Conte um pouco sobre seu começo na profissão. Qual foi sua trajetória até abrir a 11:21?
Comecei na Salles, hoje Publicis Brasil, como estagiário. De lá fui para a VS, Artplan, MPM e DPZ, sempre como redator. Na DPZ fui também Diretor de Criação, com apenas 23 anos de idade e quatro de profissão. Depois de cinco anos incríveis na DPZ, fui para a JWThompson como DC , e um ano e meio depois me tornei sócio da BR3, depois GR3. Seis anos depois fui Diretor de Criação da 100% Propaganda até abrir, há nove anos, a 11:21. Paralelamente, fui ainda roteirista e criador na Rede Globo e Presidente do Clube de Criação do Rio de Janeiro.

2. Vamos para o assunto do dia. O que torna uma ideia simples e criativa?
O poder de uma boa ideia é grande. Quando a ideia é simples, de impacto e parece que a sua vizinha poderia ter tido, o poder se multiplica. E se for bem executada de forma simples e viável, aí é uma combinação rara e ainda mais poderosa. Sempre digo que uma ideia tem que nascer simples para caber bem feita em qualquer orçamento. Não adianta tentar fazer Avatar de cartela ou tentar executar Pearl Harbour com a esquadrilha da fumaça.

3. “Que ideia simples e genial” e “a ideia era boa, mas ficou simples demais” são expressões opostas, mas próximas. O cuidado na execução faz a diferença?
O simples não pode ser simplório. O cuidado na execução sempre faz diferença. E quanto mais simples a ideia, mais a produção, o cuidado, fazem diferença. A vantagem é que você não depende tanto da verba para cuidar bem de uma execução simples. Mas precisa de muito cuidado e dedicação. Um anúncio altype parece simples, mas é bem difícil de fazer, de chegar ao melhor layout. Afinal, você não tem o recurso de estourar uma bela foto para ajudar no produto final.

4. Uma velha discussão: você acredita que a overdose de efeitos, pós-produção, photoshop e afins é uma desculpa para esconder a falta de ideia?
O excesso de verba sempre foi usado para tentar compensar a falta de uma idéia boa. É a forma se sobrepondo ao conteúdo. Só que agora ficou mais fácil, os efeitos e recursos estão ao alcance de todos. Algumas vezes, eles são usados para contar uma boa história, para fazer uma campanha engraçada, criativa, até uma paródia. Mas é a exceção.

5. Por que é tão complexo ter uma ideia simples?
Esta é uma pergunta tão complexa quanto ter uma ideia simples. Elas parecem fáceis, mas são o oposto. A ideia simples é aquela que deu muito trabalho a quem fez e nenhum trabalho a quem recebe. Elas parecem fáceis justamente por sua simplicidade, dão a impressão de que qualquer um poderia ter feito. E essas ideias simples e incríveis muitas vezes ficam escondidas embaixo ou dentro de muitas outras ideias complicadas. Primeiro você passa pelas complicadas e vai escavando até encontrar a simplicidade. É preciso lapidar, cortar, enxugar para que sobre só a ideia pura, criativa. Aí então você vai saber se ela é boa. Senão, tem que começar o processo todo de novo, por isso é tão difícil.

6. Dois fatos. Primeiro, o blog fez um especial de 20 dias de simplicidade e a repercussão foi superbacana, muita gente comentou: é isso que está faltando hoje em dia. Segundo, encontramos com mais facilidade a simplicidade no portfólio de agências clássicas como Norton, MPM e DPZ. Por que, aparentemente, a simplicidade saiu de cena?
Fazer o simples é difícil pra cacete. É como o Messi jogando, o Fred Astaire dançando, o João Gilberto cantarolando ou o Frank Sinatra cantando: o cara treina anos, todos os dias, sua muito, usa todo o seu talento para fazer aquilo de um jeito que parece mole.
A simplicidade criativa é uma raridade, uma pedra preciosa, e é por isso que vale tanto. Acho que a simplicidade está voltando à cena, vi muitas campanhas simples e incríveis em Cannes este ano, em todas as categorias. Mas na verdade, por exigir tanto talento e trabalho, ela sempre será uma raridade, por isso está reunida no portfolio de poucos.

7. Para o pessoal entender simplicidade criativa na prática, cite três trabalhos que merecem destaque. Podem ser atuais ou não, da 11:21 ou de qualquer outra agência.
Além dos clássicos que já mencionei, vou citar a nova campanha da BBDO americana para o Starbucks, sobre a diferença do encontro ao vivo para as mensagens no celular, a campanha de Cafeaspirina, da AlmapBBDO e a campanha “If We Made it” da Droga 5 para a cerveja Newcastle. De coisas da 11:21, cito o anúncio “Melhor mudar de assunto. Vamos falar de Golf” que fizemos depois do vexame do Brasil na copa do mundo para a Recreio Volkswagen, os filmes e anúncios para o Leite de Rosas e a campanha “Propaganda ruim” para o hambúrguer Grã Filé. Citei mais de três, foi mau, mas poderia citar muitas mais.

8. O que realmente importa na hora de avaliar a pasta de um candidato a estágio?
Essa é mole: as idéias.

9. Se você estivesse começando na profissão hoje o que perguntaria para Gustavo Bastos, diretor de criação da 11:21, e qual seria sua resposta?
- Gustavo, estou começando na profissão, ganho mal, me empresta algum?
- Não.
Agora falando sério, perguntaria como é se manter nessa profissão por trinta anos e seguir em frente. E responderia: É a paixão, meu caro, a paixão por essa profissão, pelas idéias, pelas descobertas, que só aumenta ano após ano. Por que sem paixão, a gente não faz nem um ovo mexido direito.

gustavo-bastos-1121
Gustavo Bastos
Sócio e diretor de criação da 11:21


Confira três trabalhos selecionados pelo blog.

fusca-recreio-1121

fusca_60anos_1121

insetisan-1121

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 20

Nizan Guanaes era o cara das ideias simples e geniais dos anos 80 e 90. Basta você pesquisar o trabalho dele e da DM9 na época. Por isso, o especial 20 dias de simplicidade encerra suas atividades com três filmes do Nizan. Todos pela DM9 em 1991.

Confira e comente.

Barriga - Pauli Diet

Bronze no 16º Anuário do Clube de Criação de São Paulo.

Grávida

Prata no 16º Anuário do Clube de Criação de São Paulo.

Jaime - Itaú Seguros

Ouro no 16º Anuário do Clube de Criação de São Paulo.

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 19

O simples também pode ser nonsense. Simplicidade não precisa ser aquele filme que mostra o ator falando para o consumidor, como a maioria dos exemplos que vimos. Confira o Gorilla baterista da Cadbury criado pela Fallon. A ideia faturou GP de filme em Cannes.

Agência: Fallon London
Redator: Juan Cabral
Ano: 2008

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 18

Comercial de cartela. Quer algo mais simples do que isso?

Redator: Rynaldo Gondim

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 17

11:21 provando que a simplicidade continua viva. Campanha criada para o Leite de Rosas no começo deste ano. Simples na produção, mas com um ótimos roteiros.

Está cada vez mais raro ver este tipo de filme na TV ou é impressão minha?

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 16

O tempo passa. O tempo voa. E a poupança Bamerindus… Ops! Fechou. Mas os comerciais você lembra até hoje. Este exemplo ainda vale para mostrar a força de um jingle. Simplicidade se repete: plano único e atores em cena. Nada de cortes.

Agência: Colucci

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 15

Simplicidade segundo o Aurélio da W/Brasil: pra que filmar um ator se você pode usar o fantoche de um rato com voz engraçada e que sabe um número de cor… 224.4000. Quem lembra?

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 14

Estou tentando selecionar o melhor da simplicidade em filmes e roteiros neste especial de 20 dias. Se você não concordar com algum post, tudo bem, esse blog também num é assim… uma Brastemp. Essa campanha da Talent possui diversos filmes sensacionais. Receita: poltrona, ator e um ótimo texto. Confira.

Filme especial para salas de cinema.

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 13

Agora eu vou encher o seu saco…

Agência: MPM
Ano: 1987
Diretores de criação: Sérgio Graciotti e Gilberto dos Reis
Criação: José A. Diniz e Carlos Righi

Dica do PutaSacada: pesquise os 4 criativos do filme. Vale uma aula.

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 12

Com vocês, Carlos Moreno, no primeiro comercial do Bombril.


Agência: DPZ

Simplicidade na “medida clássica” era criar um comercial depoimento. O ator olha para a câmera e fala sobre o produto para o consumidor, neste caso, a dona de casa. Nada de mega cenário ou super produção. Apenas um texto inteligente e persuasivo. Era o que bastava para preencher 30 segundos na TV. Deve ser por isso que hoje não encontramos tantos comerciais assim.

Essa fórmula não começou com este filme, mas chegou ao auge com Bombril.

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 11

O clássico da simplicidade. Double Checked faturou leão de ouro no Festival de Cannes de 1999. A criação é da dupla Eugênio Mohallem e Marcello Serpa.

Já publiquei esse filme aqui.

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 10

Guaraná Antarctica e Coca-Cola. Briga antiga. Confira o comercial criado pela DM9 nos anos 90 para mostrar que só Antarctica possui o sabor original do Brasil. Detalhe para o áudio do filme, uma luta de boxe. Era briga ou não era?

Com o mesmo tom provocativo do comercial anterior, a marca publicou um novo filme em suas redes sociais. Simplicidade na produção também. Confira.

Quer ver mais um comercial da série Guaraná x Coca-Cola? Clique aqui.

20 DIAS DE SIMPLICIDADE | 09

O jornal que mais se compra e o que nunca se vende.
Um dos maiores clássicos da propaganda brasileira.

Mais sobre a história do filme aqui.

Ficha Técnica:
Ano: 1988
Título: Hitler
Agência: W/GGK
Produto: Folha de S. Paulo
Anunciante: Folha da Manhã
Criação e redação: Nizan Guanaes
Direção de arte: Gabriel Zellmeister
Direção de criação: Washington Olivetto
Produção/filme: Chantal Marmor
Direção/filme: Andrés Bukowinski
Fotografia: Felix Monti
Produtora: ABA
Aprovação: Luís Frias

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