Puta Sacada - Redação Publicitária - Opinião | Dicas

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Atenção redatores de Goiânia, Brasília e região.
Dia 28 de agosto acontecerá a Oficina de Redação Criativa com  Zeca Martins.

O investimento vale muito a pena. Não perca!

As vagas são limitadas.
Para informações e inscrições, clique aqui.

Saiba mais sobre o Zeca.

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10-de-desconto

Os leitores do blog terão 10% de desconto na oficina de redação publicitária do Zeca Martins que acontecerá no dia 17 de julho.

Não perca! E não esqueça de agradecer pessoalmente o Zeca pela promoção no dia da oficina.

Como conseguir o desconto?
Faça sua inscrição via e-mail. No conteúdo da mensagem escreva seus dados e o seguinte texto Leio o PutaSacada e quero 10% de desconto.

Detalhes sobre a oficina: Clique e acesse o site do Zeca Martins.

Inscrições: Envie um e-mail para fale@zecamartins.com.br.

Com o desconto o investimento cai de R$ 210,00 pra R$ 189,00.

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Aprenda o que é criatividade humana e como elaborar e desenvolver um bom texto criativo. Coloque tudo isso em prática com o Zeca Martins na Av. Paulista, em frente ao MASP. Melhor é impossível. Confira os detalhes.

Oficina de Redação Publicitária com Zeca Martins

Inscrições: fale@zecamartins.com.br. Até o dia 8 de julho.

Data: 17/07/2010
Local: Auditório da ABINEE. Av. Paulista, São Paulo.
Vagas: 37 apenas.
Valor: R$ 210,00 à vista. R$ 189,00 para inscrições até o dia 30 deste mês.
Serão fornecidos apostila e certificado de participação.

Para detalhes clique e acesse o site do Zeca Martins.


Dica. Não perca este curso por nada e visite o MASP. Assim você terá duas aulas pelo preço de uma. Redação com o Zeca e direção de arte com o MASP.

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Confira algumas frases memoráveis de David Ogilvy. Boa leitura.

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“Quando escrevo um anúncio, não quero que você diga que o acha criativo. Quero que você o considere tão interessante que vá comprar o produto”

“Nunca escreva um anúncio que você não gostaria que a sua família lesse. Você não contaria mentiras para a sua própria esposa. Não conte para a minha”

“As normas existem para a obediência dos tolos e a orientação dos sábios”

“Você não pode aborrecer as pessoas para comprarem. É preciso entreter as pessoas”.

“O melhor meio de aumentar as vendas de um produto, é melhorar o produto”.

“Nenhum fabricante jamais se queixou de que sua publicidade estava vendendo demais”.

“Toda propaganda deve contribuir para o complexo símbolo que é a marca”

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Esse não é um texto saudosista. Não cabem aqui lembranças de um velho tempo. É simplesmente uma constatação. O título anda sumido, escanteado, não globalizado, talvez. Eu não sei quanto a vocês, mas um bom título é sempre mágico de ler. O comentário roubado, aquilo que você jura já ter pensado, mas não foi capaz de traduzir. Curtos, em dois tempos, três tempos até. Os raciocínios inteligentes que mais parecem conceitos de tão bem pensados. E por que não, a maldade, a observação precisa das mazelas humanas?

Mais uma vez, não existe aqui uma tentativa de negar os novos tempos. É só uma homenagem, resgate que seja, de uma grande arte: o título. Eu sei, todo mundo quer pensar no viral de um milhão de views, na escada rolante “moonwalk” que desce em marcha a ré tocando Billie Jean. É natural. Mas a existência de um não deveria matar o outro. O gorila da Cadbury não enterra o Michael Jordan 1×0 Isaac Newton. Assim, como nem a mais brilhante das ações pode ser considerada superior aos títulos e textos do Neil Ferreira (ou alguém duvida que a morte do orelhão é uma ação genial?).

O título é tão injustiçado que quando ele é bom e o layout é ruim, ele morre. Mas quando ele é mais ou menos e a direção de arte é bonita, ele se perpetua. Pobre coitado. Fadado a não depender nem de si mesmo. De ser chamado em pedidos de “vamos evitar aquelas gracinhas ou piadinhas”. De ser confundido com dizeres. De ser constantemente substituído pelo seu primo abaixo, o subtítulo.

O fato é que nas revistas e nos anuários, o título tem andado de lado. E é injusto. Fazer título é exercitar a arte da síntese. É mais do que nunca, saber cortar palavras. Tanta coisa genial já foi escrita que cada detalhe faz a diferença. Páginas e páginas de títulos esquentam a mão, nos fazem pensar na importância de vírgulas, pontos e pausas.

Já ouvi gente que, para menosprezar o título, diz: eu penso visualmente. Ou, eu penso no conceito como o todo. Ou, eu penso global. E aí temos uma infinidade de anúncios com o logo  pequeno no canto direito, uma imagem e um conceito com interrogação. Tudo bem. Você pode não ser um tituleiro nato, mas por favor, saber escrever é básico. Ou deveria ser. Eu tenho visto pastas de redatores com muita intimidade com ações e pouca com as palavras. Gente que certamente tem  dificuldade para escrever um texto cabine de rádio (e sim, esses jobs existem).

Eu sei que gosto de título. E gosto do texto. Cada palavra escrita pelo Fábio Fernandes (leia os diálogos dos filmes e veja se tem alguma coisa ao acaso por ali. Releia o texto da crise), o olho atento do Eugenio Mohallem, a fina ironia do Wilson Mateos, a mistura de loucura, ódio e formulinha zero do Edu Lima. A maldade angelical do Roberto Pereira, a inteligência e emoção do Olivetto, tudo do já mencionado Neil e a nostalgia que me bate ao ler o texto do Pelourinho do Nizan. O “experimente ser magra” do Peralta, “a história de um homem feliz” do Luiz Toledo e o Renato Simões que escreve muito antes de existir a categoria técnica do anuário. Escrever não deveria ser uma preocupação dos redatores, apenas. “Você bebe e não ganha nada” foi criado pelo Marcello Serpa. E matou legiões de redatores de inveja. Sem falar no André Laurentino, que saiu da direção de arte para a redação, escreveu livro e o melhor texto sobre filho único que eu já li.

O título me faz uma falta que o twitter não preenche. Ainda que o twitter prove que as palavras continuam importantes.  Os tais 140 caracteres viraram o refúgio dos tituleiros, como disse o Rodolfo Sampaio. Só que tudo vira briefing e a disputa é pelo RT.  E são tantos títulos a todo instante, que o critério e a magia se perdem.

Pode parecer antigo ou fora de moda. Pode não ser o jeito mais fácil de ganhar Leão ou fazer sucesso nos comentários anônimos. Mas um bom título é e continuará sendo sempre excelente propaganda.

Texto de André Kassu, redator da AlmapBBDO, publicado no site do CCSP.
16 de abril de 2010.

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Pessoal, no dia 13, 20 e 27 de março acontecerá o curso de criação publicitária Crie melhor e mais rápido. Os segredos da criação que nunca contaram para você, ministrado pelo Diretor de Arte Pedro Pletitsch.

Indico este curso porque fiz em 2009 e sei o quanto vale a pena. Não perca tempo, pois as vagas são limitadas.

Sobre o curso:
Com a proposta de que “trabalhar melhor e mais rápido vai tornar você um profissional mais produtivo e, principalmente, um criativo mais desejado pelo mercado”, Pedro Pletitsch mostra, de forma simples e didática, as maneiras de potencializar o trabalho criativo, fruto de experiências acumuladas em mais de 20 anos em grandes agências como FischerAmerica, Young & Rubican, Loducca, Mc Cann Erickson e Mc Cann (Londres e Madri).

Data:
Dia 13, 20 e 27 de março.

Informações e inscrições:
www.espm.br/cic


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Você acredita em um artigo intitulado 10 fórmulas de títulos que funcionam como mágica? Eu fico com um pé atrás, e você?. Clique aqui, leia e tire suas conclusões.

Já a frase do redator Bob Stone, “Your first 15 words count more than the 15,000 words that follow!“, presente no início do texto, não dá para discordar.

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Não encare este artigo como uma regra, mas afirmo que um bom título começa no ponto final e, mesmo que você discorde, existe uma lógica para o título deste post. Todo anúncio com apelo racional deve fazer o consumidor pensar. Certo? Certo. Então o ponto final é apenas o início do raciocínio do Sr. Consumidor. Quando você for escrever um título ou um texto publicitário, reflita sempre no que o seu consumidor irá pensar depois de ler o que você escreveu. Afinal, o raciocínio do consumidor começa bem após o seu ponto final.

Confira abaixo alguns exemplos:

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“Grandes ideias são tão difíceis de reconhecer, tão frágeis e tão fáceis de matar.”
J. Elliot

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Todo blog que se preza possui uma lista com os cinco posts mais lidos em 2009. Chegou a vez do Putasacada. Mesmo com um pouco de atraso.

1. Entrevista com o redator Gustavo Sarkis
Cachorro-Peixe para o SpaceFox, Gritos para o Twix, La Fortuna para a nova Saveiro e a campanha de novos planos para a Claro são alguns trabalhos realizados por Gustavo Sarkis, redator da AlmapBBDO e quarto entrevistado do blog.
Visite o post completo.

2. O ritmo na redação publicitária
Como todos que visitam este blog sabem, a publicidade, e consequentemente a redação publicitária, diferente de textos narrativos, prosas ou poesias, tem o objetivo de vender um produto ou um serviço.
Visite o post completo.

3. 5 dicas de redação
Cinco dicas simples e úteis sobre redação. Como o uso da crase, acentos e vírgulas.
Visite o post completo.

4. Frases de Eugênio Mohallem
Hoje, com a intenção de servir de inspiração ou apenas de distração para os leitores do blog, publicarei algumas frases redigidas por Eugênio que estão presentes no livro, Razões para bater num sujeito de óculos, de sua autoria.
Visite o post completo.

5. Um breve estudo sobre títulos publicitários
Hoje publicarei um breve estudo sobre títulos publicitários. Um resumão formado por trechos que selecionei do livro do Carlos Domingos, Criação sem pistolão, a respeito desta tema.
Visite o post completo.

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Desejo a todos um 2010 repleto de criatividade e de boas novidades, como foi 2009 para o blog, ao criar a seção de entrevistas e o mural de portfólios. Agradeço a todos que acompanharam o blog. Até 2010.

Para finalizar 2009 confira o melhor anúncio de cada mês.

Dezembro - Confira o post original

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Novembro - Confira o post original

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Outubro - Confira o post original

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Setembro - Confira o post original

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Agosto - Confira o post original

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Julho - Confira o post original

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Junho - Confira o post original

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Maio - Confira o post original

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Abril - Confira o post original

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Março - Confira o post original

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Fevereiro - Confira o post original

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Janeiro - Confira o post original

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Mural de portfólios é uma página para redatores mostrarem suas pastas e trocarem experiências com outros profissionais e estudantes.

É literalmente um mural online. Funcionará para reunir diversos portfólios, inclusive o seu. Participe!

Clique aqui, visite o mural e adicione seu portfólio.


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Pessoal, no dia 7 de novembro acontecerá a nova edição da Oficina de Redação Criativa realizada pelo redator Zeca Martins.

Não perca por dois motivos. Você irá estudar com o próprio Zeca Martins e investirá apenas R$95,00, preço super promocional para estudantes. Inscreva-se.

Data: 7 de novembro

Local: Auditório Abinee
Avenida Paulista, nº 1.439, 6º andar - São Paulo - SP (ao lado da estação Trianon Masp do Metrô)

Inscrições: até o dia 28 de outubro via e-mail

Informações e detalhes acesse: o blog do Zeca Martins

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“What you say in advertising is more important than how you say it.”
David Ogilvy

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Como fazer sua propaganda funcionar é um clássico best-seller escrito por Kenneth Roman e Jane Maas. A publicação revela princípios e dicas de como criar uma propaganda eficiente em TV, Rádio e diversos meios de comunicação.

Selecionei dois princípios básicos da propaganda para a mídia impressa que estão presentes no livro. Informações úteis para redatores publicitários. Boa leitura.

Ofereça uma vantagem no título.
A revista Reader`s Digest (Seleções), tem três princípios básicos para seus títulos: Mostre uma vantagem para o leitor, torne essa vantagem bem evidente e mostre como é fácil obtê-la.

O redator de propaganda John Caples dizia: “os títulos é que fazem os anúncios funcionarem. Os melhores títulos apelam para o interesse pessoal dos leitores ou lhes dão notícias novas. Títulos longos que têm alguma coisa a dizer superam títulos curtos que não dizem nada. Lembre que cada título tem uma função: deve paralisar o leitor com uma promessa que ele possa acreditar.”

Use o título para selecionar seu prospect. Injete novidade no título; seu produto só será novo uma única vez.

Não tenha medo de texto longo.
Apesar da grande quantidade de anúncios visuais, quando a compra do produto envolve considerações de preço e tempo, é bem provável que o consumidor irá ler tudo o que você tem a dizer.

Não polua o texto com frases vazias; as pessoas querem fatos. Evite conversa de fabricante, e fale claramente.

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